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Existe amor em SP?

By | 2018-02-27T13:34:01+00:00 Maio 2nd, 2014|Blog, cidade, Rafaela Dalbem|

Por mais que tente, a menina não consegue “pular” a Liberdade... E por mais que tente, raramente fica pouco por lá. Ainda mais raras são suas visitas a SP. SP oprime. Algumas pessoas dizem que “não possui escalas humanas”, e a menina pensa ser injustiça com os mineiros (a expressão deveria ser “ ‘ali’ de [...]

Passarinho de papel brilhante

By | 2018-02-27T13:34:15+00:00 setembro 9th, 2013|cidade, Consciência Planetária, Cultura, Curitiba, Martinha Vieira|

Foto: Paulinha Kozlowski Manhã de domingo, de um sol generoso, Largo da Ordem, muita gente passando, se espremendo entre as barracas de artesanato, aquele rumor de pessoas, raios de sol se infiltrando entre barracas e pessoas. E lá estava ela, brilhando ao sol como um papel de bala. Sua roupa era de papel [...]

SAUDADES DO BECO DA PEDROSA

By | 2018-02-27T13:34:24+00:00 junho 25th, 2013|Chicho, cidade, Geografia|

  Aquele pedacinho do centro de Curitiba era para nós, os Winters, um santuário da molecada. Os Winters! Ainda que não os  eternizamos no sobrenome, os trazemos nas veias e em dezenas de trejeitos, como uma paciência quase zem e uma certa diplomacia. No interior do que carinhosamente chamávamos de “beco” haviam, na minha época [...]

Lamentável, “Excelência”!!!

By | 2018-02-27T13:34:24+00:00 junho 24th, 2013|cidade, Educação, Martinha Vieira|

Tarde de sábado, e um pequeno incidente no supermercado: uma “simples funcionária”, atendente de caixa, sem imaginar “com quem estava falando” ousou enfrentar um senhor, abandonando o seu posto ao ser por ele insultada, não sei por que motivo. Não vi como tudo começou, mas quando estava no balcão de atendimento ao cliente, aguardando para [...]

A cinza dos sonhos

By | 2018-02-27T13:34:35+00:00 Março 3rd, 2013|Cezar Tridapalli, cidade|

“A cidade se embebe como uma esponja dessa onda que reflui das recordações e se dilata” (Italo Calvino, em As cidades invisíveis)   O segundo poema que escrevi na vida, por volta dos 14 anos, terminava assim, nunca me esqueci: “a cidade é tão linda na hora do blecaute / um nocaute técnico / épico onde [...]