O final de ano é um momento que, muitas vezes, pode ser tenso para os alunos da 3ª série do Ensino Médio: vestibulares e Enem figuram no imaginário da sociedade como momentos cruciais na vida desses jovens. Para além dessas provas, o Ensino Médio no Colégio Medianeira objetiva formar a articulação entre o conhecimento científico, a cultura, a tecnologia e o trabalho, pois é pesquisando e vivenciando diferentes olhares sobre a realidade que os estudantes se formam de maneira integral e se tornam competentes para o próximo passo: o ingresso no Ensino Superior.

O Coordenador do Ensino Médio, Adalberto Fávero, comenta que “costumeiramente o Ensino Médio é visto como uma passagem , ou um rito de passagem para a Universidade para o mundo do trabalho. Nós achamos que não. O Ensino Médio é um momento de amadurecimento acadêmico e humano, onde a pessoa aprofunda e amadurece seu projeto de vida, cientificamente, academicamente, se prepara para viver três anos de vida comprometida no sentido de se constituir como pessoa  e como grupo. É nessa perspectiva que ele amadurece no presente em vista de se inserir para a mudança da sociedade, para uma vida mais solidária e menos solitária”.

Nas últimas semanas, aconteceram provas importantes em Curitiba, a da UFPR, o ENEM, da PUCPR e da Universidade Positivo. Os resultados das duas universidades privadas deixaram os alunos apreensivos. A aluna Milena Souza Santos, aprovada no curso de Direito da PUC, Unicuritiba, FAE e UP, conta que, apesar de ter feito todas essas provas, é difícil se livrar totalmente da ansiedade. Em relação ao resultado da UFPR, ela se mostra confiante.

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Foto de Paulinha Kozlowski

O mesmo acontece com Pedro Alberti da Silva, que também prestou vestibular da UFPR e fez a prova do ENEM.  Ele afirma que todo o esforço e dedicação durante o período escolar foi de muita valia, já que “me senti calmo e tranquilo no transcorrer da prova. O que pode assustar muitos alunos é que esse tipo de prova, além de testar todo seu conhecimento, irá definir o seu futuro”. Ele indica que ter calma, nessas horas, é imprescindível.

Questionada sobre o futuro, Milena aponta que, mesmo que os alunos sejam muito jovens para decidir o que farão dele, ela se despede do Medianeira muito preparada para enfrentar os próximos desafios, uma vez que “os educadores sempre estiveram dispostos a ajudar, seja em questões pessoais ou de assuntos relacionados às disciplinas. Eu sinto que estar no Medianeira é como ter uma outra família. Os professores ensinam muito mais que o conteúdo”, afirma.

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Foto de Paulinha Kozlowski