18.05.16

Oficina de Violino do Medianeira

Parte da programação do Centro de Artes, as aulas colocam em prática a proposta de Aprendizagem Integral do Colégio.

[fusion_builder_container hundred_percent=”yes” overflow=”visible”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”] Turma da Oficina durante uma das aulas. Foto: Paulinha Kozlowski.

Texto por Jonatan Silva

A aprendizagem da música nas escolas de Educação Básica é um dos processos mais ricos e interessantes. Estudos recentes comprovam que a escuta ativa de peças musicais desenvolve a capacidade de concentração e promove a sensibilização do aluno, além de estimular a criatividade. Para Sérgio Betini, professor da Oficina de Violino do Colégio Medianeira, a dedicação a um instrumento musical cria a percepção estética e amplia a noção da partilha e do respeito ao outro.

“A prática musical leva o aluno a sair do lugar comum, a ouvir outras coisas que tornam seu repertório cultural mais vasto. A música desenvolve o equilíbrio e o ritmo, ajuda a entender questões como a proporção matemática, por exemplo”, avalia Betini.

Mariana Senko, aluna da Oficina de Violino, vê na prática do instrumento uma maneira de perceber melhor a música ao seu redor. “O violino é um instrumento muito interessante. Eu já ouço a música de uma forma bem diferente, até mesmo as músicas pop”, disse a estudante, que também toca piano.

Segundo Betini, ao aprender violino, assim como outros instrumentos, a criança compreende melhor a noção do belo e passa a ter uma avaliação mais rigorosa quanto à música. “A música tem esse lado subjetivo. O estudante passa a avaliar o que é o belo por meio da sensibilidade que desenvolve para avaliar como um conjunto de notas pode ficar mais interessante ou não”, afirma o educador.

[/fusion_builder_column][fusion_builder_column type=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”no” center_content=”no” min_height=”none”] Alunos aprendem a ler partitura, aguçam seus ouvis e descobrem novas perspectivas da música. Foto: Paulinha Kozlowski.

A Música em casa

Na visão do professor, é preciso que a música faça parte do dia a dia do estudante, levando a melodia para dentro de casa. “Antigamente a cantiga estava inserida no cotidiano da criança. Hoje em dia, isso diminui um pouco. E esse contato com a música é fundamental para o estudo do violino”, explicou o educador.

Para o estudante do 6° ano do Ensino Fundamental do Colégio Medianeira e aluno da Oficina de Violino, Heitor Carneiro, o incentivo para se dedicar ao instrumento veio de casa. “Minha prima toca teclado e eu comecei a estudar violino para tocar com ela”, disse.

Educação musical

Muito mais que o contato com o instrumento, a Oficina de Violino se propõe à educação musical de meninos e meninas. Nas aulas os alunos aprendem a ler partitura, se dedicam ao estudos e execução de peças importantes de vários estilos musicais.

Entre as atividades propostas pela oficina, está a visita à uma orquestra. O passeio coloca a turma em contato direto com músicos profissionais, proporcionando uma importante troca de experiências. Segundo Sérgio Betini, os estudantes são capacitados para a prática individual e também para a Prática de Orquestra.[/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

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